Por Filipe Paiva
As imagens falam por si, apesar de ser um vídeo em inglês, com cenas que mostram a realidade das vacas leiteiras (neste caso, em Nova Iorque).
O pensador americano Gary Francione costuma dizer que “existe mais crueldade em um copo de leite do que em um bife” e a psicóloga Karla Souza Pinto acredita que as pessoas que dizem “eu sei, mas prefiro não pensar nisso” são acomodadas, têm resistência ao novo e apego ao paladar viciado na carne.
A cura? Lucidez filosófica e religiosa. A busca pela ética é algo intrínseco do homem que pensa e tem compaixão.
O filósofo Carlos Naconecy lembra um conceito importante: a “necessidade” tem prioridade sobre a “preferência”. Ou seja, um animal tem a “necessidade” de continuar vivo, mover-se, evitar o sofrimento, ter contato social etc. O homem tem a “necessidade” de alimentar-se, mas a dieta escolhida é uma questão de “preferência” individual. Portanto, o direito de satisfazer uma “preferência” do paladar é mais fraco que o direito à vida e ao não sofrimento.
Somos onívoros e isso pressupõe a liberdade de escolha do que iremos comer. Podemos usar nossa inteligência e capacidade de amar para controlar nossos impulsos egoístas e cruéis, deixando o selvagerismo definitivamente para trás.
Informem-se sobre os “leites” vegetais e bem mais saudáveis, como os extratos de grãos e castanhas. Se ainda é muito difícil abandonar alguns hábitos, ao menos procuremos diminuir a frequência deles.
12/12/2010 às 18:32
[...] aproveita e chama atenção para crueldade que são as touradas e industria leiteira, se você acha que as vaquinhas produzem leite espontaneamente e que são felizes por alimentarem [...]
30/08/2011 às 20:31
eu amo leite eu tomo todos os dias na roça