O BURACO DE TRÁS PRA FRENTE

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A imagem acima é uma das tristes provas científicas da NASA do poder destrutivo do homem moderno: 30 anos de surgimento e progressivo aumento do “buraco” de ozônio.
Essa camada protetora natural da Terra, contra os efeitos danosos dos raios solares ultra-violetas, sofreu na verdade uma diminuição em sua concentração de ozônio, localizado na estratosfera, e não a sua ausência absoluta, como mostra a medida em unidades Dobson (DU).
O menor valor já aferido deu-se na última primavera, em outubro de 2008, estação em que historicamente são detectadas as maiores baixas, chegando a 100 DU, ou seja, um quinto do valor normal.
Estamos vivendo as consequências dos poluentes CFCs produzidos pelo homem e que, apesar de terem sido proibidos no final da década de 1980 pelo Protocolo de Montreal, ainda encontram-se em plena atividade no ar.
Estudos preveem que a camada de ozônio no Pólo Sul será recuperada em 2040, mas, devido à interação com o efeito estufa, decorrente do aumento da emissão de outros gases poluentes, talvez ela nunca se recupere na região tropical sul.
Portanto, é exatamente a principal região produtora de alimentos de consumo global que mais continuará sofrendo. Quanto ao homem, para cada 1% em diminuição da concentração de ozônio, aumenta-se em 5% o surgimento de casos de câncer de pele.
O que você fez hoje para diminuir sua pegada de carbono?

buracoPor Filipe Paiva

A imagem acima é uma das tristes provas científicas da NASA do poder destrutivo do homem moderno: 30 anos de surgimento e progressivo aumento do “buraco” de ozônio.

Essa camada protetora natural da Terra, contra os efeitos danosos dos raios solares ultra-violetas, sofreu na verdade uma diminuição em sua concentração de ozônio, localizado na estratosfera, e não a sua ausência absoluta, como mostra a medida em unidades Dobson (DU).

O menor valor já aferido deu-se na última primavera, em outubro de 2008, estação em que historicamente são detectadas as maiores baixas, chegando a 100 DU, ou seja, um quinto do valor normal.

Estamos vivendo as consequências dos poluentes CFCs produzidos pelo homem e que, apesar de terem sido proibidos no final da década de 1980 pelo Protocolo de Montreal, ainda encontram-se em plena atividade no ar.

Estudos preveem que a camada de ozônio no Pólo Sul será recuperada em 2040, mas, devido à interação com o efeito estufa, decorrente do aumento da emissão de outros gases poluentes, talvez ela nunca se recupere na região tropical sul.

Portanto, é exatamente a principal região produtora de alimentos de consumo global que mais continuará sofrendo. Quanto ao homem, para cada 1% em diminuição da concentração de ozônio, aumenta-se em 5% o surgimento de casos de câncer de pele.

O que você fez hoje para diminuir sua pegada de carbono?

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Uma resposta to “O BURACO DE TRÁS PRA FRENTE”

  1. PEGADA DE ÁGUA « Verde Dentro Says:

    […] basta mais se preocupar apenas com a sua Pegada de Carbono. A Pegada de Água, ou Pegada Hídrica é o mais recente indicativo da ação do homem no meio […]

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