“Estamos aqui reunidos porque somos o grupo de nações mais vulnerável às mudanças climáticas.
Alguns poderão preferir que a gente sofra em silêncio mas hoje nós decidimos falar…não iremos morrer em silêncio.
Os países ricos membros do G8 propuseram-se limitar a subida das temperaturas a 2º Celsius. No entanto, recusaram-se a comprometer-se com as metas de carbono, o que cumpriria este objetivo, até modesto.
Com mais dois graus perderemos os recifes de coral. Com mais dois graus derreterá a Groenlândia. Com mais dois graus o meu país não sobreviverá.
Como Presidente, não posso aceitar isto. Como pessoa, não posso aceitar isto. Recuso-me a acreditar que é demasiado tarde, e que não há nada que se possa fazer. Copenhague é o nosso encontro com o destino. Vamos para lá com um plano melhor do que este.
Neste momento todos os países chegam às negociações procurando manter as suas emissões o mais elevadas possível. Nunca assumem compromissos, a menos que alguém o faça antes.
Esta é uma lógica de manicômio, uma receita para o suicídio coletivo.
Nós não queremos um pacto suicida global. E não assinaremos um pacto suicida global, em Copenhague ou seja onde for. Por isso hoje convido algumas das nações mais vulneráveis do mundo a se unirem num pacto global de sobrevivência”.
Discurso do Presidente das Maldivas, Mohamed Nasheed, esta semana no Fórum de Vulnerabilidade ao Clima.
As Ilhas Maldivas estão a pouco mais de 2 metros acima do nível do mar e correm risco real de desaparecer se o aumento de 2ºC na temperatura mundial não for evitado com acordos bem mais rigorosos que os que estão sendo proposto pelos países mais desenvolvidos.
O clipe da cantora francesa Mylene Farmer é um protesto contra o uso de animais para testes e contra a vivissecação (dissecação de animais vivos para estudos científicos).
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Foi inaugurada essa semana uma nova unidade da loja de produtos naturais Vivenda a Vida, nos Jardins.
A loja matriz se destaca das demais na Avenida Mercúrio (zona cerealista de São Paulo) pela variedade de produtos e pelo atendimento primoroso.
Outro diferencial da loja é a venda de produtos a granel, por um sistema que isola o alimento do contato humano, reduzindo a chance de contaminação.
A loja dos Jardins possui espaço para cursos e eventos e um estoque de produtos naturais, orgânicos, integrais, veganos, sem glúten e fitoterápicos para atender toda a gama do público naturalista.
Os proprietários da loja levam o conceito de sustentabilidade a sério e têm parceria com o Banco de Alimentos, que combate a fome e o desperdício. Se for à loja, você pode abrir mão da nota fiscal paulista e doá-la para a ONG.
Endereços: Alameda Jaú, 1581 (altura da Augusta) e Av. Mercúrio, 166, Brás.
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Venha colorir a avenida Paulista de verde no domingo, 29/11, a partir das 10h, atrás do vão livre do Masp. Vista sua camiseta verde e participe da ação pelo vegetarianismo organizada pelo Ativeg.
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Começa amanhã (25/11) a 11ª Festa do Livro da USP. O tradicional evento, que acontece todos os anos no saguão do prédio da Geografia e História, oferece ao público mais de 15 mil livros, de mais de 130 editoras, com pelo menos 50% de desconto.
11ª Festa do Livro da USP
De 25 a 27/11, das 9 às 21h - Prédio da Geografia e História (FFLCH)
Rua do Lago, 717 – Cidade Universitária – São Paulo – SP
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Se você adora pássaros e tem o hábito de colocar água com açúcar em bebedouros para atrair beija-flores, saiba que é preciso ter alguns cuidados para não afetar a saúde desses bichinhos tão delicados.
O cloro da água pode causar gastroenterites (inflamações no estômago e intestinos) e o açúcar, em contato com a água, fermenta e favorece o surgimento de fungos que causam infeção bucal e na língua, asfixiando e matando os beija-flores, além disso, atrai outros visitantes indesejáveis, como abelhas, formigas e moscas.
Use água filtrada ou fervida, esterelize os bebedouros e compre soluções específicas em casas de animais, que não contêm açúcar.
Os veterinários, porém, alertam: nada disso supre as necessidades do beija-flor. Sem flores, ele sobrevive apenas alguns meses.
Então, por que não unir o últil ao agradável? Plante flores na sua varanda!
Por Gabriela Guenther
Charge de Carlos Henrique Iotti
Outro dia, por acaso, fui parar num blog sobre automobilismo em que o autor se queixa da atual “demonização” do automóvel, dizendo, no fim, que gostaria de ser transferido para um outro planeta, menos chato.
O post recebeu vários comentários solidários, reclamando dos “eco-chatos” e clamando por liberdade para ir e vir sozinho, movido a álcool ou gasolina, para onde bem se entender. Um deles recomenda o blog português Mitos Climáticos.
Eu já sabia da existência de um grupo de pessoas que duvida do aquecimento global ou da influência humana nas alterações climáticas, mas fiquei admirada ao conhecer alguém que se dedica com tanto empenho a nos convencer que tudo não passa de um delírio coletivo.
Alarmismo, “ecoterrorismo”, “ditadura do politicamente correto”… Cada um interpreta a realidade como quer e como lhe convém. Mudar de hábitos não é fácil e exige esforço constante, mas, se algum dia tivermos a oportunidade de pedir transferência para outro planeta, eu já sei pra onde vou querer ir.
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Fora de moda ou não, casamento é sempre um momento especial na vida de duas pessoas que se amam. Mas, quando pensamos em festa de casamento, qual é a primeira imagem que nos vem à cabeça? Igreja abafada, festa exagerada, roupas extravagantes e, no final, pilhas de lixo descartável, flores murchas e comida jogada fora?
Não precisa mais ser assim. A tendência dos “casamentos sustentáveis” já chegou ao Brasil. Dos convites à lua de mel, é possível ter um casamento glamouroso sem detonar o meio ambiente.
Existem até empresas especializadas nisso, como a Ecowedding, que oferece buffet orgânico e vegetariano, lembrancinhas produzidas por comunidades sustentáveis, vestidos de fibra natural… cada detalhe é pensado para causar o menor impacto ambiental possível.
Há maneira melhor de celebrar o amor do que demonstrando cuidado e carinho com o planeta?
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Na próxima terça-feira, 17/11, acontecerá a palestra “Ecovila: para o século 21 dar certo”, com Edson Hiroshi, engenheiro agrônomo, permacultor e idealizador da Ecovila Clareando.
Na palestra Hiroshi abordará temas da Agenda 21 e como se constrói uma ecovila.
Onde: Livraria Arjuna – Rua Simão Álvares, 923 – Vila Madalena – São Paulo – SP
Quando: 17 de novembro, terça-feira, às 20h30
Contribuição: R$ 17